domingo, 9 de maio de 2010

Da Necrópole à Metrópole (2009)



Autor: Richard Gonçalves André. Acho que sou um fotógrafo de cemitérios, mas enfim... Trata-se do Jardim da Saudade, situado na periferia de Londrina. Embora a imagem em questão não chame tanto a atenção a princípio, há um jogo subjacente de composição de motivos. Em primeiro plano, verifica-se parte do Jardim da Saudade. A estrada, por sua vez, parece levar à cidade em segundo plano, num caminho da necrópole à metrópole. Ou seria o contrário? Como diria ironicamente o escritor brasileiro Lima Barreto, “O Emílio Alvim faz anos hoje. É coisa curiosa que festejemos esse avanço para o túmulo”.

domingo, 2 de maio de 2010

Céu e Terra (2009)



Autor: Richard Gonçalves André. Repito as palavras de Vovelle: cemitérios são "florestas de signos". Mais uma foto tirada no Cemitério da Consolação, em São Paulo. Aliás, entrar no lugar em questão é vivenciar outra temporalidade, congelada bem meio à grande São Paulo. Lá fora, os arranha-céus e as avenidas enormes. Lá dentro, a estatuária barroca chorando copiosamente sobre os túmulos a dor da perda. A foto em questão, penso eu, enfatiza os contrastes entre a necrópole e a metrópole.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A moments glimpse of the outer world



Autor: Lewis Hine. O fotógrafo e sociólogo norte-americano Lewis Hine utilizava não apenas a "pena", mas também as lentes da objetiva como instrumento de crítica social. Na imagem, parte de um numeroso repertório fotográfico questionando o trabalho infantil, Hine "capta" um momento de distração de uma criança trabalhadora de fábrica de onze anos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Nikita (2006)



Autor: Richard Gonçalves André. A primeira fotografia que tirei de minha gata Nikita com uma Minolta analógica, minha cara peça de museu.

Hibisco (2009)


Autor: Richard Gonçalves André. Fotografia macro de um hibisco.

Intermediário (2009)


Autor: Richard Gonçalves André. Fotografia que tirei no Cemitério da Consolação (São Paulo). No dizer do historiador francês Michel Vovelle, uma "floresta de signos".